Trote


Trote... Nuuuu (com o bom sotaque de mineira que ainda tenho). Contando mais ou menos minha história... Fiz um ano e meio de Arquitetura e Urbanismo na cidade aonde eu moro... Mogi das Cruzes, 3 semestres, aí me cansei e mudei pra Engenharia Civil... Fiz por um tempo em uma universidade em São Paulo, mas pedi transferência para a Mogi novamente.

Como conheço até que bastante gente aqui aonde moro, já começaram as ameças...
"Você pode não estar no primeiro semestre, mas é nova na faculdade... Vai ser nossa bixete"

Hahaha, posso fazer uma lista longa de quantos já me falaram e os que estão bolando mas ainda não me contaram e eu só desconfio! Rs

Quando fiz arquitetura presenciei na minha sala e na sala dos meus bixos (a turma que entrou um ano depois que a minha) várias pessoas revoltando, brigando, não aceitando o trote.

Na minha visão, fora nossa infância, na universidade passamos nossos melhores anos. Nos meus tempos de bixete, eu aproveitei muito, me diverti, conheci gente nova, pessoas que são meus amigos até depois que sai do curso, como também aquelas pessoas que só te procura para diversão (que são tão normais).

Uma coisa que eu acho interessante é a intensidade do trote né? Homens ele raspam o cabelo (principalmente em Universidades Federais e Estaduais). Mulheres sofrem bem menos, mas sempre querem mexer no cabelo das meninas, as mais "patys" então... Sofrem... É muito engraçado, já vi meninas chorando por terem pintado o cabelo dela de milhares de cores.

Não vejo a hora de começarem as aulas, poder postar um pouco aqui o dia-a-dia de nós mulheres na engenharia. Vamos ver, se mais pra frente vou postar sobre se sofri mesmo com as ameças ou não... Rs.

Continua no próximo capítulo.

Sem mais, abraços.